Poema do Sonho
Meus sonhos dizem tanto
Às vezes dizem nada
Mas você ainda aparece nele.
Não me lembro no dia seguinte
Qual motivo de você no meu sonho,
Mas acordo com você no meu pensamento.
Você é bastante real
No meu mundo real
Acho que ainda não se apagou.
Nos separamos,
Mas ainda não nos desligamos.
Sinto que o dia se aproxima
E que nos encontraremos nesse dia
E aos olhos seus,
Verei os meus se aproximarem
E a vontade de nos abraçarmos
Será inevitável,
Assim como o toque nos lábios
Deixa estar assim.
Na minha vida tenho sonhos
E quando abro os olhos
Eles desaparecem
Mas quando fecho novamente,
Vejo você, na minha mente.
Elaine Freitas
28/07/2013
domingo, 28 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Em mim construo sonhosE vivo a realidade.
A passagem aqui é rápida
Não posso perder tempo.
Tenho pouco desse tempo para usar
E devo usá-lo com amor,
Pois ele ainda é maior
Do que a dor,
E maior que a distância
Que teremos todo tempo
A percorrer
Nesse lindo azul do céu.
Na imensidão da paz,
No caminho ao infinito.
Elaine Freitas
18-07-2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Amor
Doce Perfume Amor
Não há nada melhor que você respirar sem dor.
Sensação de alívio,
Como se nunca houvesse existido a dor.
Hoje todo ódio que senti
Se despejou de mim,
Transformando em absoluto amor!
Elaine Freitas
04/07/2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
O amanhecer é pensar em você.
Ao deitar-me sobre a solidão de meus lençóis,
É lembrar-te com desespero
O tempo todo esse devaneio.
Pensamentos insanos e minha mente a falar
Sobre meus pensamentos já não controlo mais
Sobre meus sentimentos não sei mais
A certeza às vezes é clara.
Mas a realidade me fala mais alto
E eu nego os princípios e o que é real.
Fico com meu pesar
Pensando em você
Tendo-te em meu pensamento
E meu sonho tronou-se somente você.
A seu lado eu vejo
O colorido do meu amor
Entreguei-te a ti
Toda flor que em meu jardim nasceu.
E a mim despejou-se a tristeza
E em mim o jardim morreu.
Murcharam-se as rosas que eram brancas.
E foram manchadas com o vermelho de lágrimas
Aos meus dedos ensanguentados pelo espinho delas,
Vivo de incertezas mais uma vez.
Agora adormeço, fecho os olhos de novo.
Sinto meu corpo pesado
A respiração com sufoco
A ti lembro muito bem
De todo bem que me fez
A mim guardo lembranças
De que destruiu o que sentias de bom
Mas um dia verás que meu bem
Ainda será mais forte que o seu não!
Elaine Freitas
24/06/2013.
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